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  • Matheus Leisnoch

Criatividade, IA e o que está por vir.

Para os seres humanos comuns (todos nós, e sem as máquinas), a criatividade não vem de uma luz divina, um raio que desce dos céus e te traz uma ideia inusitada do além. Precisamos nos nutrir, viver experiências, ler diferentes informações, ver coisas, ouvir, conversar e, estando em um estado específico (falarei sobre isso em outra oportunidade), todos estes materiais que você absorveu se organizam na sua mente e, aí sim, o insight surge - Ele não vem do nada.

Bem, o prólogo acima é para dizer que li um texto inspirador que me levou às reflexões abaixo. Coloco o link ao final para não quebrar o fluxo do raciocínio.

No texto inspirador, Gustavo Machado discorre sobre os “múltiplos futuros” a partir da tecnologia, em especial o mundo da Inteligência Artificial.

Ele cita o Labirinto dos múltiplos futuros que as novas tecnologias nos trazem. A metáfora “labirinto” foi algo que me suscitou sentimentos e pensamentos diversos: estar em um ambiente que gera um certo receio pela possibilidade de não conseguir sair dele, se perder pelas infinitas direções e possibilidades... E aí, entramos ou não entramos?

O que será que encontraremos no percurso?

A Inteligência Artificial nos apresenta diferentes direções, que ainda não sabemos exatamente para onde levará a espécie humana. Em um extremismo alarmante (que não faz parte do meu perfil) podemos ficar perdidos para sempre, definhando pelos seus múltiplos corredores, entre novos produtos, serviços e mudanças de processos, utilidades estas que podem nos iludir, sendo financeiramente vantajosas para poucos e que podem manipular muitos. Qualquer semelhança com utilizações já feitas são mera coincidência rsrs...

Bem, levantando o astral, este novo horizonte que (re) começa a se configurar com a IA, com suas infinitas opções, muitas que ainda nem descobertas podem fazer de nosso futuro algo mais rico, criativo, leve, benéfico. Pode atender a população (todos), aliviando suas dores físicas e mentais.

A máquina ainda não é autônoma a ponto de fazer a escolha entre a luz e a sombra, entre o bem e o mal. Quem a programa, quem aperta o botão, quem faz as perguntas para o ChatGPT ainda somos nós. A IA está evoluindo, mas será que a empatia, a compaixão, o querer o bem sem ver a quem, a qualidade das conexões humanas também estão?

Lanço esta última pergunta para ser respondida mais com o coração do que com a razão. Lanço esta pergunta para sensibilizar, para saber se este tipo de reflexão também faz parte do escopo das discussões com seu time de inovação.

A resposta/reflexão acima pode influenciar a Cultura e o clima organizacional, mas também esta é uma conversa para outro momento.

Abraços de conexão empática e compassiva


Matheus Leisnoch – T&D

Facilitação de processos de Desenvolvimento Humano

link do texto inspirador de Gustavo Machado: LinkedIn

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